Arquivos Saúde - Escola de Heróis BR Treinamento para Heróis DogHero Wed, 22 Mar 2023 17:16:29 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://herois.doghero.com.br/wp-content/uploads/2018/08/New_Hero_School_Logo-02.png Arquivos Saúde - Escola de Heróis BR 32 32 Plantas tóxicas: veja quais fazem mal à saúde dos cães https://herois.doghero.com.br/plantas-toxicas-veja-quais-fazem-mal-a-saude-dos-caes/ https://herois.doghero.com.br/plantas-toxicas-veja-quais-fazem-mal-a-saude-dos-caes/#comments Wed, 22 Mar 2023 03:00:57 +0000 https://machinetech.com.br/escoladeherois/?p=22073 Você monta um jardim ou espalha plantinhas pela casa. Na sua pequena flora particular tem de tudo: folhagens, trepadeiras, flores coloridas e com cheiro suave e outras com um aroma bem marcante. Apesar de serem lindas, uma boa parte delas podem ser plantas tóxicas, prejudicar seus hóspedes e até levar à morte. No geral, o […]

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Você monta um jardim ou espalha plantinhas pela casa. Na sua pequena flora particular tem de tudo: folhagens, trepadeiras, flores coloridas e com cheiro suave e outras com um aroma bem marcante. Apesar de serem lindas, uma boa parte delas podem ser plantas tóxicas, prejudicar seus hóspedes e até levar à morte.

No geral, o pet vai ficar longe das plantas que podem fazer mal à saúde. Mas, às vezes, por curiosidade (em especial filhotes) ou por tédio, eles acabam mordiscando e comendo partes do arranjo. Em caso de intoxicação, os primeiros sinais costumam aparecer já nas primeiras horas seguintes e, em alguns casos, podem durar dias.

O que fazer em caso de intoxicação

O melhor a fazer é limpar a boca dele com água corrente. Cuidado para não fazer ele engolir os resíduos e não afogar o pet. Assim, você retira quaisquer resquícios da planta ou de seiva que sobrou por ali. Não provoque vômito e não dê nada para o pet comer ou beber, nem água.

Em seguida, procure imediatamente um veterinário e não se esqueça de levar uma amostra ou uma foto da planta. É fundamental que ele saiba qual foi ingerida para poder escolher o melhor tratamento. Para ajudar a prevenir que seus hóspedes se intoxiquem, no site da ASPCA (em inglês), é possível consultar uma lista completa das plantas tóxicas para animais mais comuns nas casas. 

Todas as plantas consideradas tóxicas, possuem princípios ativos que podem provocar: irritação e sensação de queimação na boca, língua e lábios, salivação excessiva, vômito e dificuldade para engolir. O contato com os olhos pode causar lacrimejamento e sensibilidade à luz.

Há substâncias que podem causar problemas digestivos e cardíacos. Os sinais mais comuns são: animal se recusa a comer, aumento ou diminuição da frequência cardíaca, diarreia persistente ou com sangue, dor abdominal, enjoo, vômito, perda de coordenação motora, desânimo e convulsões.

Por isso, antes de trazer uma plantinha nova para casa, pesquise se ela é venenosa e se apresenta algum risco à saúde dos pets. Se você já possui alguma e só descobriu depois que ela é tóxica, não precisa se desfazer. Uma opção é mantê-la fora do alcance, seja em um lugar mais alto ou em algum ambiente que o pet não consiga entrar.

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Por que alguns cachorros comem cocô? https://herois.doghero.com.br/por-que-alguns-cachorros-comem-coco/ https://herois.doghero.com.br/por-que-alguns-cachorros-comem-coco/#respond Wed, 22 Mar 2023 03:00:56 +0000 https://machinetech.com.br/escoladeherois/?p=22036 Ele come cocô porque está doente? Quais os riscos para a saúde? O que faço se ele comer cocô de outros cachorros? Tire as suas dúvidas! Sabia que alguns cachorros comem cocô? Parece bastante nojento, não é mesmo? Mas saiba que para eles (e para os lobos) esse hábito não é tão bizarro assim. Os […]

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Ele come cocô porque está doente? Quais os riscos para a saúde? O que faço se ele comer cocô de outros cachorros? Tire as suas dúvidas!

Sabia que alguns cachorros comem cocô? Parece bastante nojento, não é mesmo? Mas saiba que para eles (e para os lobos) esse hábito não é tão bizarro assim. Os dois predadores, que compartilham a mesma origem ancestral, são bastante atraídos por carniças. Por isso, é comum ver um cachorro mexendo no lixo atrás de comida ou querendo brincar com um bicho morto.

Mas são muitos os fatores que levam um cão a comer cocô. Embora a maior parte dos casos tenha um fundo comportamental, como o tédio, existem diversos problemas médicos que podem causar ou contribuir para a coprofagia – como é chamado o ato de comer cocô.

Problemas de digestão

A má absorção dos nutrientes faz com que grande parte do alimento passe pelo trato digestivo sem ser absorvida e saia pelas fezes. Há casos ainda de dietas pobres em nutrientes e/ou calorias, desnutrição e até fome persistente.

A presença de vermes no intestino também pode fazer com que o cachorro coma cocô para recuperar aqueles nutrientes que foram ingeridos por esses parasitas. Em geral, nessas situações, o cachorro come cocô porque está à procura de:

  • Fibras;
  • Nutrientes que foram perdidos por má absorção ou por dieta de baixa qualidade;
  • Calorias (quando acontece de o cachorro ter a necessidade de ingerir mais calorias do que consome);
  • Bactérias intestinais que fazem bem à saúde do animal.

A coprofagia pode estar ainda relacionada com algumas doenças, tais como diabetes, problemas de tireoide, gastrite, além de outras condições que podem levar ao aumento do apetite.

Gatos

Alguns cães adoram comer cocô de gato. Isso acontece porque a ração dos felinos, geralmente, é mais saborosa e mais proteica. O resultado são fezes mais apetitosas.

Para evitar esse hábito, limpe com frequência a caixa de areia dos gatos e invista em uma alimentação de qualidade para o seu cão.

Comportamento

A maioria dos cachorros que comem cocô, entretanto, apresentam algum probleminha de comportamento ou estão estressados. Em geral, eles fazem isso para chamar sua atenção ou porque estão entediados.

Os desvios comportamentais mais comuns são:

  • Isolamento: cães que ficam sozinhos por muito tempo são mais suscetíveis ao hábito;
  • Confinamento: ficar muito tempo trancado em um espaço pequeno pode levar ao problema. É muito comum observar esse comportamento em cães que foram resgatados de abrigos; 
  • Ansiedade: NUNCA esfregue o nariz do seu cão, ou do hóspede, no cocô ou perto dele para ensiná-lo a fazer sua sujeirinha no local correto. Porque esse método não é eficaz. Na cabeça do cão significa que ele precisa sumir com o cocô que acabou de fazer (no caso, comendo) — do contrário vai levar bronca; 
  • Tédio: cães que se exercitam (física e mentalmente) menos do que deveriam tendem a ficar entediados e podem começar a comer fezes;
  • Chamar atenção: sempre que comem cocô eles conseguem algum tipo de atenção , mesmo que negativa. Quando ele fizer isso, procure não exagerar na reação; 
  • Associação inapropriada: alguns cães que se alimentam perto do local onde fazem cocô podem associar as fezes com comida, já que os cheiros ficam todos ali misturados.

O que fazer?

Agora que você já sabe quais as causas da coprofagia, o que fazer caso você veja que algum dos seus hóspedes está comendo cocô? Em primeiro lugar, pergunte ao tutor do cachorro se ele tem esse hábito e se ele já viu o cachorro fazer isso. Se ele disser que sim, o cãozinho costuma comer cocô, pode ficar mais tranquilo – pelo menos o tutor já sabe e provavelmente já investigou o porquê.

Mas se ele disser que não, pode ser que o cachorro esteja fazendo isso pelo estresse da hospedagem (convivência com outros cães, uma casa que não é a dele, ausência dos tutores, etc.) ou no início de alguma das doenças citadas acima, e é importante comunicar ao cliente esse comportamento.

Em qualquer situação, o cliente deve procurar ajuda, seja de um adestrador ou de um veterinário. Se o problema é causado por  estresse, o adestrador é a melhor opção para que eles, juntos, consigam identificar e modificar o que está acontecendo de forma incorreta – e, se possível, aumentar a quantidade de atividade física diária do pet.

Se o problema tem origem em alguma doença, o melhor a fazer é o cliente conversar e explicar tudo a um veterinário. Existem alguns produtos que podem ajudar, como os suplementos de probióticos, prebióticos, fibras, vitaminas e de enzimas digestivas. É fundamental, no entanto, que o pet seja avaliado e faça alguns exames.

Mas comer cocô faz mal?

A coprofagia não é um hábito agradável para nós, mas também não deve ser motivo para desespero. Cachorros comem cocô e, por si só, comer cocô não é prejudicial. Mas é possível que alguns microrganismos, como vírus, bactérias e parasitas, sejam ingeridos quando o animal come os dejetos. E, dessa forma, o cachorro pode estar se reinfectando ou até adquirindo uma nova doença.

Mas, se o cão está livre de doenças infecciosas, é acompanhado por um veterinário e faz controle parasitológico de fezes com frequência, os riscos de recontaminação são mínimos. No caso de fezes alheias, se o cachorro que produziu as fezes é saudável e não possui parasitas e/ou outras doenças, também não oferece risco.

De qualquer forma, você deve evitar que os cães comam cocô durante a hospedagem. Você não sabe ao certo qual é a razão, se o cachorro está ou não contaminado com alguma coisa e se o pet que fez o cocô está com a saúde realmente 100%.

Por isso, lembre-se de sempre confirmar se os hóspedes estão vermifugados, qual o histórico de saúde deles e supervisioná-los atentamente.

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O pet não quer comer, e agora? https://herois.doghero.com.br/o-pet-nao-quer-comer-e-agora/ https://herois.doghero.com.br/o-pet-nao-quer-comer-e-agora/#respond Wed, 22 Mar 2023 03:00:52 +0000 https://machinetech.com.br/escoladeherois/?p=22000 Saiba como identificar quando isso é um problema e o que fazer nestes casos! Por quais motivos o pet pode não querer comer? Existem alguns fatores que podem fazer o pet perder a fome ou simplesmente optar por não comer. Clima: Se estiver muito quente, alguns pets podem perder o apetite, optando por se alimentar […]

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Saiba como identificar quando isso é um problema e o que fazer nestes casos!

Por quais motivos o pet pode não querer comer?

Existem alguns fatores que podem fazer o pet perder a fome ou simplesmente optar por não comer.

  • Clima: Se estiver muito quente, alguns pets podem perder o apetite, optando por se alimentar em horários noturnos quando a temperatura estiver mais amena.
  • Mudança de rotina: estar em um novo ambiente pode estressá-lo, ainda mais por não estar na companhia de seus tutores, fazendo com que parem de se alimentar por estranhar as mudanças.
  • Horário da alimentação: quando o pet está acostumado a comer em determinado horário e a comida lhe é oferecida em outro, ele pode não querer consumi-la por não estar habituado ao novo horário.
  • Local da alimentação: alguns pets precisam de ambientes calmos e silenciosos para se alimentarem, sem nenhum tipo de intervenção ou distração.
  • Quantidade de pets: Algumas vezes podem acontecer “competições” entre os pets ou atitudes dominantes. Pets mais competitivos ou com instinto de liderança podem inibir os demais e, algumas vezes, até impedir que eles comam sua própria ração.

O que NÃO devo fazer?

Nestes casos, você não deve oferecer petiscos entre as refeições, misturá-los na alimentação, e nem dar ao pet algo que não tenha sido indicado pelo tutor (rações molhadas, frutas, legumes  ou alimentação caseira). Ele pode não ser acostumado a consumir esses alimentos e, em situações como essa, dar algo diferente para ele pode incentivá-lo a não querer comer a ração habitual para conseguir outros tipos de comida. O pet poderá, inclusive, passar mal por estar comendo algo que não está acostumado.

É importante, também, não forçar o pet a se alimentar. Isso pode fazer com que ele se zangue e tenha atitudes agressivas.

Não deixe ração “velha” nos potes. Se o pet não a consumir, retire e, no próximo horário de refeição, coloque uma nova porção de ração para ele. Além disso, não é indicado deixar o alimento no pote se houver outros pets junto pois eles podem acabar ingerindo o alimento do outro animal e passar mal com isso.

O que fazer quando o pet não quiser comer?

Em primeiro lugar, você deve observar o pet e seu comportamento. Se ele não se alimentou em alguma refeição, mas está brincando e agindo normalmente, pode ser que ele realmente não esteja com fome, ou que naquele momento ele esteja muito eufórico querendo interagir e reconhecer o novo ambiente.

Não se desespere! Se for um pet acostumado a comer mais de uma vez ao dia, espere até o horário da próxima refeição para verificar se ele realmente não irá comer. Se ele for acostumado a ter a comida sempre à disposição, verifique quanto tempo ele passará sem comer e só encare isso como algo preocupante se ele passar o dia todo sem se alimentar. Observe, também, se o pet está bebendo água. Caso sim, esse é um sinal de que ele está se mantendo hidratado.

Se você tiver seu próprio pet  hospedando mais de um animal, é importante separá-los na hora da alimentação, manter a supervisão e proporcionar a todos um ambiente calmo e silencioso. Isso evitará que eles briguem pela comida, que comam o que não devem e atitudes dominantes entre eles.

 É importante, também, tentar fazer com que o pet se alimente. Para isso, seja paciente e os seguintes passos, na ordem em que estão:

  1. Oferecer a comida em momentos tranquilos, sem pressa, nos horários mais frescos do dia, longe de outros pets;
  2. Alguns animais, ao contrário, são estimulados vendo outros comerem. Nesse caso, deixe o hóspede comer na companhia de outro cãozinho, mas fique atento! Alimentação coletiva pode gerar brigas e você tem que estar sempre presente nesses momentos para evitar qualquer tipo de transtorno;
  3. Ofereça a refeição fazendo carinho e conversando com o pet.Coloque a comida na sua mão e tente estimulá-lo a sentir o gosto e o cheiro do alimento;
  4. Alguns animais são tímidos e precisam ficar um tempo sozinhos pra comer. Dê esse espaço a ele para que ele fique alguns minutos sozinho para conseguir se alimentar;
  5. Você pode umedecer a comida com água morna antes de oferecer ao hóspede, pois isso a deixará mais macia e cheirosa;
  6. Caso o tutor autorize e/ou oriente, você pode fornecer uma comida caseira feita com arroz, cenoura e um pouco de carne ou peito de frango cozidos e desfiados (sem tempero e sem sal). Se o pet aceitar bem, tente introduzir aos poucos a ração dele junto dessa comidinha caseira, e em cada refeição vá diminuindo a comida e aumentando a quantidade de ração até voltar à alimentação habitual.

Não esqueça de sempre informar e pedir a autorização de todas alterações de dieta ao tutor, você deve consultá-lo previamente. É importante saber se o pet possui algum tipo de restrição alimentar ou alergia a algum componente de rações.

Em quais situações devo me preocupar?

O pet não querer comer é realmente preocupante, mas é importante que você saiba identificar quando isso pode ser um sinal de alerta:

  • Quando, além de não comer, ele estiver apático, com diarreia ou vômito, febre, ou apresentando algum outro sintoma;
  • Quando ele não se alimentou em nenhum dos horários indicados pelo tutor e está um dia inteiro sem comer;
  • Se ele estava comendo normalmente e, de uma dia para o outro, parou de se alimentar.

Nestas situações você deve comunicar o tutor, até mesmo para verificar com ele se o pet em algum momento já apresentou esse tipo de comportamento. Se achar necessário, com o consentimento do tutor, leve o pet até o veterinário. Afinal, o pet não se alimentar pode ser um sinal de que há algo errado acontecendo.

Em alguns casos os pets podem ter um pouco mais de dificuldade para comer e/ou falta de apetite, como cães idosos, cães que estão em tratamento veterinário, recebendo medicações ou que possuam condições pré existentes como gastrite, refluxo ou desequilíbrio hormonal.

Por isso é super importante sempre fazer o pré encontro. Além de conhecer melhor o seu futuro hóspede, incluindo sua rotina de alimentação, você também terá informações dele que te ajudarão a entendê-lo e a identificar se ele realmente está com algum problema, ou se só não está se alimentando por ainda estar em processo de adaptação! Sempre questione ao tutor sobre o histórico de saúde do pet.

Para tirar outras dúvidas sobre saúde, acesse o Guia de Saúde!

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Meu hóspede está mancando. O que fazer? https://herois.doghero.com.br/meu-hospede-esta-mancando-o-que-fazer/ https://herois.doghero.com.br/meu-hospede-esta-mancando-o-que-fazer/#respond Wed, 22 Mar 2023 03:00:52 +0000 https://machinetech.com.br/escoladeherois/?p=22054 A gente explica como diferenciar cada tipo de lesão e o que fazer para garantir que o hóspede se recupere rapidamente. Cena comum para quem hospeda pets em casa: o animal fica animado para brincar, você joga um brinquedo longe e ele sai correndo para pegar. Na hora de pegar o brinquedo, ele derrapa e […]

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A gente explica como diferenciar cada tipo de lesão e o que fazer para garantir que o hóspede se recupere rapidamente.

Cena comum para quem hospeda pets em casa: o animal fica animado para brincar, você joga um brinquedo longe e ele sai correndo para pegar. Na hora de pegar o brinquedo, ele derrapa e volta mancando. E aí, o que fazer? Em qualquer das situações abaixo, o mais importante é sempre manter a calma; especialmente logo quando você perceber que tem algo errado com o hóspede, e comunicar o tutor do pet.

Contusões

As contusões são machucados feitos em algum músculo, como quando o pet bate a perna na parede ou se algo cai em cima dele. Pode ser que o músculo na área do impacto fique dolorido, inchado e com hematoma (roxo), dependendo da força da batida. Não é comum que contusões sejam graves, e o normal é que o local machucado melhore sozinho depois de algum tempo. Depois que você perceber que o cão está mancando, observe o comportamento dele.

Importante: se ele der sinais de estar sentindo muita dor ou de não conseguir apoiar o peso na pata machucada, leve-o ao veterinário e avise aos tutores. Talvez seja necessário algum remédio para ajudar a diminuir o inchaço e a dor, ou até mesmo algum outro procedimento que só um médico veterinário pode avaliar e  indicar. 

Entorses e luxações

As palavras são difíceis, mas a gente explica. Nos casos de entorses e luxações, as áreas afetadas são os tecidos que formam as articulações – como os ligamentos e os meniscos (as “almofadas” das patas que absorvem o impacto entre os ossos daquela região). A diferença é o tipo de machucado: quando acontece uma entorse, os tecidos da articulação ficam machucados, mas não se rompem nem saem do lugar; quando ocorre uma luxação, os tecidos se rompem e o osso sai do lugar seja parcial ou completamente. A luxação pode parecer mais evidente pois, dependendo do caso, faz o membro parecer “solto” e/ou ficar em uma posição não natural.

Várias situações podem levar a entorses e luxações: batidas, hiperextensão (quando estão correndo, por exemplo, e esticam as patas mais do que deveriam), quedas, tropeços…

São machucados bem dolorosos e podem piorar com o tempo. Algumas raças têm predisposição a alguns tipos de luxação. Os malteses e yorkshires, por exemplo, têm propensão à luxação de patela (joelho); já os pastores alemães à luxação coxofemoral (quadril). Por isso, fazer pré-encontro e conhecer o pet antes da hospedagem começar é fundamental. Nesse momento, você pode questionar o tutor se o hóspede já teve algum problema nas patas e como proceder caso algo do tipo aconteça novamente durante a estadia do pet com você.

Os tratamentos para entorses e luxações podem variar entre apenas um período de repouso até uma cirurgia de correção. Se não forem tratados da forma recomendada, vão se agravando e podem danificar permanentemente a articulação afetada. Por isso é essencial que, assim que perceber que algo pode estar fora do lugar, você leve seu hóspede ao veterinário e siga as recomendações dele à risca.

Fraturas

Como o próprio nome diz, as fraturas são quebras nos ossos. Elas também acontecem por conta de pancadas e quedas, e a gravidade vai depender muito do osso e da forma com que quebrou. Causam muita dor ao pet, mas após a imobilização do membro geralmente ficam confortáveis. Então, assim que acontecer alguma coisa que possa ter causado uma fratura, leve-o para o veterinário avaliá-lo.

No caso de fratura é bem comum que cirurgias sejam necessárias. Isso porque muitas vezes a recuperação de uma cirurgia é melhor e mais rápida que a solução de colocar uma tala na pata do cachorro por longos períodos.

Se a fratura for exposta (do tipo que rasga ou fura a pele), tome cuidado redobrado no caminho até o médico veterinário. Se esse tipo de ferida entrar em contato com sujeira pode infeccionar e causar consequências graves –desde amputação da pata até infecção generalizada. Tenha cuidado e leve o pet rapidamente ao médico.

Como você pode ter visto, lesões nas patas é algo que parece simples, mas dependendo de como ocorreu pode se tornar algo delicado e até irreversível para o hóspede. Por isso, todo cuidado é pouco: esteja sempre por perto para supervisioná-lo e, se perceber que ele não está bem, providencie atendimento veterinário o quanto antes!

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Meu hóspede vomitou, devo me preocupar? https://herois.doghero.com.br/meu-hospede-vomitou-devo-me-preocupar/ https://herois.doghero.com.br/meu-hospede-vomitou-devo-me-preocupar/#respond Wed, 22 Mar 2023 03:00:38 +0000 https://machinetech.com.br/escoladeherois/?p=22026 O pet pode passar mal e você deve observar para ver quando vale a pena levá-lo ao veterinário. É sempre um susto quando o hóspede passa mal. Mas o vômito é um mecanismo de defesa dos animais, útil para a manutenção da saúde. As causas que explicam o mal-estar são muitas: Quando o pet engole […]

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O pet pode passar mal e você deve observar para ver quando vale a pena levá-lo ao veterinário.

É sempre um susto quando o hóspede passa mal. Mas o vômito é um mecanismo de defesa dos animais, útil para a manutenção da saúde. As causas que explicam o mal-estar são muitas:

  • Quando o pet engole algo diferente e o estômago não recebe bem – por exemplo, quando come grama ou algo do lixo;
  • Quando resolve brincar ou correr logo após comer e atrapalha a digestão;
  • Quando está há muito tempo sem se alimentar (nesses casos, o vômito é espumoso e amarelado);
  • Quando muda de ambiente ou de dieta;
  • Quando está doente: várias doenças têm o vômito como sintoma, como intoxicação, sensibilidade alimentar e gastrite.

O que fazer?

O mais importante é não se desesperar e observar como ele fica após vomitar. Em primeiro lugar, retire a comida do pet e tente oferecer de novo depois de uma hora. Mas se o vômito persistir, vier acompanhado de outro sinal de maneira intensa – como não querer se alimentar ou beber água, diarreia, desânimo, febre, tosse – e você perceber que ele não melhora, leve-o ao veterinário.

Aí vão algumas perguntas que você deve se fazer para responder ao veterinário:

  • Quando o pet começou a vomitar?
  • Foram quantos episódios de vômito? Em que intervalo?
  • Qual o aspecto desse vômito? Cor? Tem comida junto? Tem espuma? Tem sangue?
  • Vomitou logo após comer ou depois de muitas horas?
  • Comeu algo diferente? Outra comida? Brinquedo? Plantas?
  • Está com apetite ou não quer comer?
  • Está fazendo cocô normalmente? Está com diarreia?
  • Bebe água? Quando bebe água, também vomita?
  • Tem esforço para vomitar? Salivação? Parece estar enjoado ou vomita “do nada”?
  • Observe o comportamento: alguma coisa mudou ou ele continua alegre, brincando? Tem outro pet próximo com os mesmos sintomas?
  • Tem qualquer outro sinal clínico?

Atenção à ingestão de líquidos e à dieta

Quando o pet vomita algumas vezes, fica desidratado em algum grau. É importante oferecer líquidos para que a situação não se agrave. Caso ele torça o nariz para a água em temperatura ambiente, tente oferecer água gelada ou água de coco, geralmente são mais atraentes.

É sempre bom lembrar: qualquer medicação só pode ser dada com recomendação do veterinário e consentimento do tutor. Além disso, o tutor deve sempre ser avisado sobre o estado de saúde do pet. Além de estar ciente de toda a situação, ele pode te dizer um pouco mais sobre o histórico do hóspede, talvez até te passar algumas recomendações e, claro, ficar tranquilo pois saberá que você está cuidando e acompanhando o pet dele.

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Ansiedade de separação: como lidar com a síndrome durante o serviço https://herois.doghero.com.br/ansiedade-de-separacao-como-lidar-com-a-sindrome-durante-o-servico/ https://herois.doghero.com.br/ansiedade-de-separacao-como-lidar-com-a-sindrome-durante-o-servico/#respond Wed, 22 Mar 2023 03:00:32 +0000 https://machinetech.com.br/escoladeherois/?p=22065 Entenda por que a ansiedade de separação acontece e como reduzir o sofrimento do animal. Quando os pets, principalmente os cães, apresentam ansiedade de separação, eles estão antecipando o sofrimento de ficar longe de seu(s) tutor(es), que vem acompanhado pelo medo de que coisas ruins aconteçam enquanto eles estão sozinhos. Essa ansiedade é baseada basicamente […]

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Entenda por que a ansiedade de separação acontece e como reduzir o sofrimento do animal.

Quando os pets, principalmente os cães, apresentam ansiedade de separação, eles estão antecipando o sofrimento de ficar longe de seu(s) tutor(es), que vem acompanhado pelo medo de que coisas ruins aconteçam enquanto eles estão sozinhos. Essa ansiedade é baseada basicamente no medo e insegurança do pet de ficar sozinho pois está acostumado a ter uma companhia e contato com o tutor 24h por dia.

Isso é bem comum durante hospedagens. Cães com essa condição costumam ficar muito agitados quando percebem que o dono está para sair. E é nesse momento que você precisa ter muita calma e paciência para lidar com a situação.

Em momentos delicados como esse, é essencial que você esteja preparado e disposto a contornar essa situação e ajudar o pet a se sentir melhor naquele novo ambiente. Sempre tenha em mente que o cliente escolheu você para cuidar do pet dele enquanto ele estará ausente e espera que você faça isso até ele voltar.

Os sinais mais comuns que indicam que o pet sofre de ansiedade de separação são: 

  • Inquietude (andam de um lado para o outro);
  • Vocalização (tendem a ficar latindo, uivando incessantemente);
  • Comportamento sombra (segue o herói por toda a casa);
  • Contato físico constante;
  • Comportamento destrutivo (liberam toda a frustração de estarem sozinhos nos objetos da casa);
  • Necessidades fora do lugar;
  • Falta de apetite;
  • Depressão;
  • Respiração ofegante;
  • Aumento da frequência cardíaca;
  • Tentativa de fuga.

O que fazer?

Existem medidas que você pode tomar para amenizar os sintomas, acalmar o pet e seguir com o serviço. Antes de mais nada, você precisa entender o intuito de todas as dicas que você pode aplicar. Queremos que o pet tenha uma proximidade com você, mas que não dependa da presença de um humano para que ele se sinta seguro e calmo.

  • Pet está arredio:

Se o pet está arredio, se encolhendo e se escondendo embaixo da cama ou do sofá, isso mostra que ele está com medo e inseguro quanto a sair para explorar a sua casa e socializar. O importante nesse momento é não forçar nenhuma situação que piore esse comportamento.

Deixe ele sempre em seu campo de visão mas mantenha uma distância física dele e deixe que aos poucos ele vá cheirando e conhecendo o ambiente de acordo com a vontade dele. É importante que se ele escolher um cantinho para ficar nesse começo de adaptação você deixe sempre um potinho de água e ração próximo, e um tapete higiênico para que ele possa fazer suas necessidades.

Para iniciar uma aproximação, tente sentar no chão próximo a ele, chame-o pelo nome e ofereça algum petisco para ver se ele caminha até você. Se ele chegar perto, tente fazer algum carinho e fale sempre, em um tom calmo, reforços positivos como “bom menino(a)”, “não precisa ter medo”, “fique tranquilo”.

Isso pode levar um tempo, mas não desista. Se não deu certo, se retire e volte a tentar mais tarde. Lembre-se que você está construindo uma ligação de confiança com o pet e isso deve ser feito com paciência.

  • Pet apegado ao tutor:

Caso você perceba que o problema do pet é ser extremamente apegado a presença humana, faça companhia a ele, mas sempre permita que ele realize certas tarefas sem você. Deixe, por exemplo, que ele se acostume a comer sozinho em um cômodo, ou que ele se distraia com um brinquedo sem precisar que você participe da brincadeira. Quando ele aprende que consegue fazer essas coisas sozinho, ele conseguirá fazê-las quando você se ausentar. Esse é o treinamento que vai evitar que ele fique “paralisado” quando ninguém estiver em casa além dele.

Atividades físicas e socialização

Quanto mais cansado o pet estiver, menos disposição ele terá. Por isso, quanto mais você ocupar o tempo dele com atividades físicas, melhor. Isso vale tanto para brincadeiras em casa mesmo, como para passeio. Isso ajuda não só a eliminar o acúmulo de energia, como também relaxa a mente do animal. 

Importante: só use passeios como forma de gastar energia se o tutor autorizar. Lembre-se que durante as crises eles podem tentar fugir, e o passeio pode ser o momento ideal para conseguir escapar. Só passeie com o pet se ele já estiver mais calmo e acostumado com o novo ambiente.

Outro ponto é a socialização. Nem sempre é um processo fácil e rápido, mas apresentar um outro pet ao hóspede pode ajudá-lo também, seja o seu próprio pet ou algum outro hóspede. Eles começarão a interagir e, juntos, também gastarão energia e se manterão mais tempo ocupados um com o outro. Faz bem para a saúde física e mental de todos os animais socializar e conviver com outros da mesma espécie.

Enriquecimento ambiental

O enriquecimento ambiental nada mais é do que deixar o ambiente em que o pet vive mais divertido, atrativo e desafiador para ele. Essa técnica tem como objetivo aumentar a interação do animal com o espaço de forma lúdica e positiva. Além disso, ajuda a manter o pet entretido e as suas características (olfato e audição aguçados) e atividades caninas (busca por alimentos, cavar, explorar) constantemente estimuladas. 

Aqui temos um post muito legal com várias dicas de como enriquecer o ambiente através de brinquedos para pets.

Se você precisar sair

Se você precisa sair mas o pet que está com você está apresentando sinais de ansiedade por separação, separamos algumas dicas para te ajudar caso você precise sair de casa para ir ao mercado, por exemplo.

  • Antes de sair

Uma boa tática para fazê-lo ficar mais calmo na hora que você está saindo sem ele é, antes, fazê-lo gastar energia. Brinque bastante assim ele estará mais cansado quando você estiver saindo. Ele vai estar mais propenso a usar uma parte do tempo sozinho para comer, beber água e cochilar.

  • No momento de sair

Não dê muita atenção ao pet– na verdade, você pode ignorá-lo nos 15 minutos que antecedem a saída. Pode parecer uma atitude cruel, mas é melhor fazer isso do que aquelas despedidas muito longas. Essas despedidas mostram ao pet que você está sofrendo por ter de deixá-lo sozinho – e se você está sofrendo, ele acredita que também vai sofrer quando estiver sozinho. Afaste as tentativas dele de chamar sua atenção.

Muito importante: fique sempre atento se você fechou todas as portas/janelas ou possíveis rotas de fuga antes de sair. Isso porque, um pet desesperado e com medo, pode querer te seguir e acabar fugindo. Temos que prezar pela segurança dele.

Técnicas para acostumá-lo à saída

  1. Tente fazer “saídas de teste”. Elas consistem em saídas bem curtas que servem apenas para mostrar ao cão que você vai voltar depois que sair de casa. Comece saindo por pouco tempo (uns cinco minutos já está bom), e vá aumentando essa pausa aos poucos, alguns minutos por dia.
  2. Nessa mesma linha, faça outro experimento: troque de roupa, coloque os sapatos, pegue as chaves… E fique em casa! Depois de um tempo, desfaça tudo e continue agindo como se nada de diferente estivesse acontecendo.
  3. Pense em mudar a sua rotina de saída. Se você costuma fazer as coisas em uma determinada ordem, como colocar o casaco, depois pegar a bolsa e as chaves, mude a ordem dessas ações. Deixe o máximo de coisas já prontas (por exemplo, deixe as chaves dentro da bolsa para não fazerem barulho), isso vai deixar o cão menos atento ao momento de saída.

Na sua chegada

É importante que quando você chegar não faça “festa” para o cão, pelo mesmo motivo de não dar atenção a ele na hora de sair. Pode fazer contato visual com o cão, mas não fique interagindo demais com ele. Se ele tiver feito bagunça e você chegar com agitação e dando bronca, ele vai interpretar isso como um reforço positivo (já que você está dando atenção a ele) e ele sempre vai repetir a bagunça quando sozinho. 

Se você chegar calmo e sem alarde, ele vai aprender que ficar sozinho é apenas mais uma parte da rotina, e que por isso ele não precisa ficar agitado. Apenas o cumprimente e agrade quando ele estiver completamente calmo.

Lembre-se, cuidar de animais com ansiedade de separação exige muita paciência e carinho. Entender que o pet está com medo e tentar quebrar essa barreira entre vocês é muito enriquecedora. Não é sua obrigação tirar completamente esse “trauma” dele, mas tentar oferecer um ambiente mais confortável para ele deve ser seu objetivo. E caso precise de ajuda, entre em contato conosco!

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Tosse dos Canis: o que é, como tratar e prevenir a doença https://herois.doghero.com.br/tosse-dos-canis-o-que-e-como-tratar-e-prevenir-a-doenca/ https://herois.doghero.com.br/tosse-dos-canis-o-que-e-como-tratar-e-prevenir-a-doenca/#respond Wed, 22 Mar 2023 03:00:27 +0000 https://machinetech.com.br/escoladeherois/?p=22046 Tosse, espirro e febre: veja todos os sintomas e saiba como manter seu cão e seus hóspedes protegidos dessa doença. A tosse dos canis, também conhecida por traqueobronquite infecciosa canina, é uma doença altamente contagiosa entre cães, transmitida por uma ou mais bactérias e que muitas vezes também está associada a um vírus. Normalmente, o […]

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Tosse, espirro e febre: veja todos os sintomas e saiba como manter seu cão e seus hóspedes protegidos dessa doença.

A tosse dos canis, também conhecida por traqueobronquite infecciosa canina, é uma doença altamente contagiosa entre cães, transmitida por uma ou mais bactérias e que muitas vezes também está associada a um vírus.

Normalmente, o número de casos dessa doença cresce durante o inverno e em regiões de baixa temperatura, quando os cães ficam mais expostos ao clima e à umidade. Porém, as chances de transmissão também aumentam quando há aglomeração de cães – durante hospedagens, em creches, pet shops e exposições.

Sintomas

A doença recebe esse nome pois um dos principais sintomas é o cachorro tossir com frequência. Essa tosse, inclusive, pode ser confundida com engasgos, por isso é importante prestar atenção. Além desse, outros sintomas são os espirros, secreção saindo pelo nariz, boca e olhos, chiado respiratório, febre e, algumas vezes, o cachorro vomita uma espécie de espuma gosmenta – que, na verdade, é secreção vinda do sistema respiratório dele.

Formas de contágio

A principal forma de contágio é através do contato direto de um cachorro contaminado com um cachorro saudável, seja pela tosse ou por espirros, que faz com que as bactérias e vírus se espalhem e cheguem até outros cachorros. Isso pode ocorrer na sua própria casa se você estiver cuidando de mais de um cãozinho e um deles estiver infectado, ou até mesmo durante passeios em locais públicos frequentados por cachorros como praças e parques.

Os microrganismos causadores da doença podem ficar em objetos de uso do animal como bebedouros, comedouros, cobertas e brinquedos, além de roupas, calçados, tapetes, sofás, etc., e em qualquer outro objeto que esteja presente nos locais que o cachorro circula e frequenta. Assim, a contaminação também pode ocorrer pelo uso em comum de objetos e pela má higienização deles e da casa.

Riscos da doença

Como alguns sintomas parecem simples (tosses e espirros), é possível que o tutor do pet ou você, Herói, achem que está tudo bem e optem por não levar o cachorro ao veterinário. Na maioria dos casos, os cães se recuperam da doença em 10 ou 15 dias. Mas, apesar disso, é interessante que o cachorro seja acompanhado por um médico veterinário. Isso porque, em casos de cães muito jovens ou idosos, a tosse dos canis pode resultar num quadro de saúde mais grave, como pneumonia, o que pode levá-lo à morte.

Como tratar a doença – visita ao veterinário

Assim como qualquer complicação de saúde, ao perceber os sintomas você deve procurar pelo atendimento de um médico veterinário, que irá avaliar o estado de saúde do cachorro, se necessário fazer exames e diagnosticar a tosse dos canis.

Após o diagnóstico, no geral, o tratamento é feito com as seguintes medicações: xaropes/expectorantes que ajudam a diminuir a tosse, anti-inflamatórios para amenizar a inflamação e controlar a dor, antibióticos para combater a infecção bacteriana e inalação para auxiliar a expectoração da secreção produzida por essa doença.

Lembre-se: em nenhuma hipótese medique o hóspede sem o consentimento do tutor e a prescrição de um médico veterinário de confiança.

Como tratar a doença – recuperação em casa

Após a visita ao veterinário é necessário acompanhar a recuperação do pet em casa. Para isso, alguns pontos são importantes:

  • Medicar o pet na dosagem e horários exatos orientados pelo veterinário;
  • Garantir que o pet está se alimentando e bebendo água adequadamente;
  • Vigiá-lo para que faça o máximo de repouso possível, evitando brincadeiras e passeios longos;
  • Oferecer um ambiente aconchegante, longe das baixas temperaturas e exposição ao frio;
  • Caso haja outros pets hospedados, mantê-los separados para evitar o contágio dos cães saudáveis, além de não permitir que eles compartilhem os mesmos utensílios (potes, cobertas, brinquedos, etc.);
  • Fazer uma boa higienização na casa, nos cômodos que o cachorro doente permaneceu e nos objetos que ele utilizou.

Para essa higienização, você deve lavar com água e sabão os potes e brinquedos do animal e depois deixá-los de molho por 15 minutos numa solução desinfetante que você mesmo pode fazer em casa: 1 parte de água sanitária para 4 partes de água – 200ml de água sanitária para 800ml de água, por exemplo. Essa mesma solução pode ser utilizada para limpar o chão.

Dica da DogHero: Deixar de hospedar cães durante uma ou duas semanas também ajuda a eliminar os agentes que ficaram no ar e pela sua casa, diminuindo a chance de contágio nos cachorros.

Prevenção da tosse dos canis

A melhor forma de evitar que os cães sejam infectados e contraiam a tosse dos canis é através de vacinação. Sim, existe uma vacina própria para a prevenção dessa doença. Consulte seu veterinário e pergunte sobre ela. 

É importante ressaltar que essa vacina não é 100% eficaz, mas diminui consideravelmente as chances de contágio. Durante o pré-encontro, tente abordar esse assunto com os tutores do hóspede, verifique se ele possui essa vacina e, caso não, mencione a importância dela para os cães, além de manter o seu próprio pet vacinado. Assim seus hóspedes terão muito menos chances de contrair essa doença.

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Uso de fralda descartável nos hóspedes: pode ou não pode? https://herois.doghero.com.br/uso-de-fralda-descartavel-nos-hospedes-pode-ou-nao-pode/ https://herois.doghero.com.br/uso-de-fralda-descartavel-nos-hospedes-pode-ou-nao-pode/#respond Wed, 22 Mar 2023 03:00:24 +0000 https://machinetech.com.br/escoladeherois/?p=22151 Ter cachorro é maravilhoso, mas todos sabemos que dá trabalho. Pensando em facilitar cada vez mais a vida de pais e mães de cachorro, o número de produtos voltados ao universo pet tem crescido muito nos últimos anos. Dois dos novos produtos oferecidos são a fraldinha descartável e calcinha higiênica, que trouxeram praticidade, mas exigem […]

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Ter cachorro é maravilhoso, mas todos sabemos que dá trabalho. Pensando em facilitar cada vez mais a vida de pais e mães de cachorro, o número de produtos voltados ao universo pet tem crescido muito nos últimos anos. Dois dos novos produtos oferecidos são a fraldinha descartável e calcinha higiênica, que trouxeram praticidade, mas exigem vários cuidados.

Afinal, para que eles servem?

Fralda descartável

A fralda para cachorros surgiu com o intuito de ajudar animais com alguma necessidade especial: cachorros idosos, pós-operados ou com incontinência urinária. 

As fraldas podem ser facilmente encontradas em lojas voltadas para produtos e serviços pet, e o valor varia entre R$ 30,00 e R$ 40,00 um pacote com 12 unidades. Para vestir o cachorro com ela é bem simples: basta envolvê-lo na cintura, garantindo que a fraldinha esteja cobrindo o pênis do pet, para não haver riscos de vazamento.

Quase todas as fraldas para cães servem apenas para a urina. Ao colocá-las, o rabo e o bumbum do cachorro ficam para fora. Então, acabam não sendo uma boa opção para cachorros que têm incontinência fecal.

Nossos veterinários orientam que a fraldinha seja trocada de 2 a 3x por dia, sempre acompanhada de uma limpeza na região com lenços umedecidos ou utilizando soro fisiológico em um algodão ou gaze. É imprescindível o cão ficar sem a fralda por alguns minutos a cada troca para arejar a pele e secar bem após a limpeza.

Durante a hospedagem, a fralda só pode ser utilizada para questões médicas, ou seja, caso o pet tenha sido recém-operado ou tenha alguma limitação (incontinência urinária), por exemplo. Nesses casos, a utilização da fralda será orientada pelo tutor e o Herói deve seguir as recomendações passadas por ele (forma de higienização, quantidade de troca, etc). É proibido que o Herói coloque fraldas em pets saudáveis para evitar que eles façam xixi fora do lugar. 

Calcinha higiênica

A calcinha é indicada para fêmeas que estão no cio ou que, assim como no caso da fraldinha descartável, tenham alguma necessidade especial. Com ela, não há preocupação: a cachorra pode andar livremente pela casa, subir nos móveis sem riscos de sujar com o sangue. A calcinha possui duas versões: a descartável e a lavável. A descartável pode ser encontrada entre R$15,00 e R$30,00 em lojas especializadas, enquanto a calcinha lavável custa entre R$20,00 e R$35,00.

Vestir a cachorra com ela é bem prático, mas é importante tomar cuidado para que o rabo não fique preso. importante checar com frequência a calcinha, principalmente porque a hóspede pode acabar fazendo xixie, caso haja a necessidade, aumentar a rotina da troca. Ao retirar a calcinha higiênica, lembre-se de também higienizar a região com lenços umedecidos ou utilizando soro fisiológico ou ainda fazendo uma  limpeza com um shampoo neutro e água morna. A mesma regra da fraldinha vale: é preciso alguns minutos para deixar a pele arejar entre as trocas. Além disso, o ideal é que durante os passeios ela seja removida para a cadelinha conseguir urinar sem incômodos.

Como no uso de fraldas, a utilização da calcinha deve ter sido orientada e autorizada pelo tutor. E as recomendações passadas por ele devem ser seguidas rigorosamente.

Mas, afinal, em quais momentos a fraldinha e a calcinha são indicadas na hospedagem? Quando houver a real necessidade, ou quando for uma recomendação do tutor.

Animais saudáveis não devem ser privados de urinar livremente

Cachorros não castrados marcam território; cadelas entram no cio; e o Herói é o responsável por colher todas as informações necessárias antes de aceitar a hospedagem. E, a partir daí, decidir se poderá, ou não, cuidar do pet de acordo com as necessidades dele.

Na hospedagem domiciliar, o Herói deve seguir exatamente a mesma rotina que o animal tem, como se estivesse em sua própria casa, e não deve, em hipótese alguma, acostumar o pet a algo que não faz parte do dia-a-dia dele. O resultado disso pode ser o animal acostumar a usar fralda e começar a segurar o xixi quando estiver sem, por exemplo. E isso, para o tutor, virará um problema gigantesco.

Pontos positivos no uso da fralda higiênica (ou calcinha)

Praticidade

O uso da fralda/calcinha traz maior segurança e praticidade para o tutor e o pet. Animais com algum tipo de incontinência ficam sequinhos e portanto mais confortáveis. Assim como as fêmeas no cio, impedindo que sujem o ambiente, sua pele e seus pelos durante o período. Dessa forma, os pais não precisam ficar com o esfregão na mão o tempo todo limpando o ambiente ou tendo que lidar com odores desagradáveis.

Adaptação fácil

Esses produtos são facilmente aceitos pelos animais. Quando bem colocadas e trocadas no período correto (recomenda-se que hajam de 2 a 3 trocas de fralda por dia, e que a calcinha seja trocada diariamente, ou sempre que a mesma estiver muito suja), não atrapalham ou incomodam. 

Custo x Benefício

As fraldinhas descartáveis e calcinhas não são tão caras quando colocamos na balança a facilidade que elas trazem, principalmente para animais que precisam de cuidados especiais. Ainda assim, existem outras opções no mercado, como o tapetinho higiênico. As fraldas e calcinhas custam um pouco mais caro e podem acabar mais rápido, uma vez que deve haver troca constante, mas também trazem mais praticidade para os tutores.  

Algumas pessoas customizam fraldas de bebê para que se adaptem ao animal, fazendo inclusive um furo na fralda para passar o rabo do cachorro. Mas não recomendam essa prática e orientamos que, caso necessário, sejam utilizados materiais específicos para pets.

Pontos negativos

Risco de alergias, infecções e assaduras

Vestir o pet de maneira incorreta, deixar a região muito úmida ou não trocar a fraldinha ou a calcinha na frequência necessária pode fazer com que o cão desenvolva alguma complicação. O uso incorreto pode acarretar em dermatites, infecções e coceira no animal.

Mau cheiro

O cachorro pode ficar fedido se não houver a higienização correta e necessária. Como a fraldinha e a calcinha abafam a região e mantém a pele e os pelos em contato direto com o xixi, o cachorro fica mais sujo que o normal e, consequentemente, com um cheirinho que não é nem um pouco agradável.

Fralda é para os que precisam!

Fazer com que um pet saudável use a fraldinha frequentemente pode trazer transtornos desnecessários, como insegurança de fazer xixi sem ela, por exemplo. Além disso, eles podem ficar agitados, arrancar a fralda do corpo, fazer sujeira e acabar ingerindo um material nocivo à saúde.

Assim como para humanos, a fralda é recomendada para um grupo específico. Dificilmente você verá um humano de fralda, a não ser que ele seja bebê, tenha incontinência urinária ou fecal ou algum tipo de deficiência. Com os animais, vale a mesma regra.

Uso de fraldas durante as hospedagens

O Herói quando se dispõe a receber um hóspede em casa, sabe que passará ótimos momentos, em boa companhia e que a diversão é garantida! Mas está incumbido também da tarefa de limpar xixi e cocô, pois isso é natural do animal. É proibido  utilizar a fraldinha ou a calcinha para não ter que lidar com isso.

Assim como qualquer outra particularidade da hospedagem (rotina de passeio, alimentação, petiscos, contato com outros animais), o uso da fralda pode ser mantido se:

  1. O hóspede já faz uso de fralda na própria casa dele, independentemente do motivo;
  2. O tutor for informado sobre o uso e concordar com ele.

Fazer um cachorro que não precisa ou que não tem o costume de usar fraldas/calcinha tira ele da rotina, além de criar um novo hábito. Isso, lá na frente para o tutor pode se tornar um problema, e consequentemente para o Herói, que correrá o risco de receber uma avaliação negativa.

É importante conversar com o tutor antes e pedir autorização para colocar a fralda no animal. Caso o pet já faça uso, lembre-se que é de responsabilidade do tutor deixar quantidade suficiente para todo o período de hospedagem. Assim como mencionamos anteriormente, ao vestir o pet, cuidados especiais são necessários para que não coloque sua saúde em risco.

Os tutores devem encontrar nos Heróis a segurança para deixar seus filhinhos de 4 patas quando necessário, e os cães, o conforto de passar dias felizes como se estivessem na própria casa. Carinho, conforto, cuidado e diversão para todos os envolvidos é o que não deve faltar!

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Vacinação de cachorro: tire suas dúvidas https://herois.doghero.com.br/vacinacao-de-cachorro-tire-suas-duvidas/ https://herois.doghero.com.br/vacinacao-de-cachorro-tire-suas-duvidas/#respond Wed, 22 Mar 2023 03:00:15 +0000 https://machinetech.com.br/escoladeherois/?p=22016 Vacinar os pets é super importante mas gera muitos questionamentos. Por isso, preparamos um guia com as principais dúvidas sobre o assunto! Quando nasce, o filhote recebe do leite materno uma importante carga de anticorpos prontos. É isso que vai resguardar a saúde dele nos primeiros dias de vida. Mas essa ajuda da mãe não […]

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Vacinar os pets é super importante mas gera muitos questionamentos. Por isso, preparamos um guia com as principais dúvidas sobre o assunto!

Quando nasce, o filhote recebe do leite materno uma importante carga de anticorpos prontos. É isso que vai resguardar a saúde dele nos primeiros dias de vida. Mas essa ajuda da mãe não dura para sempre. Com o passar das semanas, os anticorpos vão desaparecendo e ele fica exposto aos micro-organismos. A melhor maneira de manter a proteção é com a vacinação.

Como funciona a vacina?

Antes de mais nada, é importante que você entenda para que servem as vacinas. Produzidas a partir de bactérias ou vírus atenuados, são um método de imunização bastante seguro. Elas têm como função induzir o organismo a produzir sua própria defesa (anticorpos) e cada uma tem um período de ação. Os efeitos colaterais da vacina para cachorro existem, mas são raros. Os mais frequentes são febre, edema na região onde foi aplicada e sensação de desânimo.

No Brasil, não existe um calendário oficial de vacinação. O protocolo mais usado começa aos 45 dias de vida, com a vacina múltipla canina (geralmente V8 ou V10), seguida de 3 a 4 doses a cada 4 semanas. Já a vacina antirrábica é feita em dose única no 4º mês de vida. Mas essa programação pode variar. Cabe apenas ao médico veterinário recomendar qual o momento ideal da vacinação e contra quais doenças o animal deve ser imunizado.

A vacina múltipla e a da raiva devem ter reforço anual durante toda a vida do cão. Inclusive, empresas de aviação e de ônibus só aceitam transportar animais que estão em dia com a carteirinha de vacinação. Apesar disso, entidades internacionais, como a WSAVA (Associação Veterinária Mundial de Pequenos Animais), já publicaram recomendações mais modernas quanto ao período de duração das vacinas.

Tem problema atrasar a vacina do cachorro?

Você já deve ter se perguntado: tem problema atrasar a vacina do cachorro? A resposta é SIM. Isso porque a imunização completa deve ser feita dentro do período recomendado.

Caso as vacinas estejam atrasadas, procure imediatamente o médico veterinário de sua confiança. É preciso estar atento aos riscos, pois deixar a vacinação de lado deixa o pet vulnerável a doenças graves e fatais.

Toda vacina é obrigatória?

Por incrível que pareça, não existe legislação que obrigue as pessoas a vacinarem seus cachorros. De toda forma, para a própria segurança e saúde dos pets, recomendamos que você só aceite hospedar animais que estejam devidamente vacinados.

As vacinas são divididas em dois grupos, de acordo com a importância da recomendação: essenciais (recomendadas) e não essenciais (opcionais).

  • Essenciais (recomendadas): devem ser dadas para evitar doenças que podem ser fatais e doenças zoonóticas (que podem ser transmitidas para humanos). Como por exemplo a parvovirose, cinomose e raiva. 

A vacina V8 protege contra a cinomose, parvovirose, adenovirose tipo 2, parainfluenza, hepatite infecciosa canina, coronavirose e dois tipos de leptospira (bactéria causadora da leptospirose). Já a V10 engloba todas da V8 e mais dois tipos de leptospira. 

A vacina contra a raiva é chamada antirrábica e é comumente oferecida em campanhas municipais no Brasil. A raiva é uma zoonose e possui uma rápida evolução, podendo ser fatal.

  • Não essenciais: importantes apenas para um grupo de cães. Sua indicação é avaliada pelo médico veterinário, de acordo com o risco de exposição e também pelo estilo de vida. 

As principais são a Leishmaniose (ela pode ser essencial em determinadas regiões e em certas condições), além da Giárdia e da Tosse dos canis. Esta última doença é altamente contagiosa e causada por um complexo de bactérias (Bordetella bronchiseptica) e vírus, mas não é considerada grave — em geral, os animais se recuperam em até 15 dias. É transmitida pelas gotículas eliminadas na tosse e no espirro dos cães contaminados. Por isso, é muito indicada para animais que frequentam creches e hospedagens. 

A vacina contra a giárdia é utilizada para prevenção: diminuição de cistos e consequentemente diminuição da contaminação do ambiente, o que significa diminuição da possibilidade de infectar novos animais ou reinfecção naqueles que já estiveram doentes. Caso mesmo vacinado o animal contraia a doença, apresentará sintomas mais brandos.

A carteirinha de vacinação é obrigatória?

Hoje a plataforma não pede para os clientes a comprovação de vacinas. Mas você, herói, pode (e deve) solicitar a carteirinha de vacinação do pet para checar quais vacinas ele já tomou e a regularidade delas. Solicitar essa documentação é opcional, mas é muito importante que você e o cliente conversem sobre isso para garantir a segurança de todos os pets e humanos. 

Seus hóspedes e pets residentes, obrigatoriamente, devem estar vacinados com a V8 ou a V10 e com a vacina antirrábica. Outras duas vacinas importantes para seus hóspedes, uma vez que possivelmente terão contato com outros cãezinhos, são as vacinas: Tosse dos canis e Giárdia.

E se eu aceitar cuidar de um pet NÃO vacinado?

Cuidar de um pet não vacinado te deixa exposto a muitos riscos, e não somente a você, mas seus pets (caso tenha) e outros pets que possa cuidar simultaneamente. É sempre uma escolha sua e trabalhamos para te orientar. Por isso, seguem alguns pontos que devem ser considerados:

  • Um pet não vacinado com as vacinas obrigatórias e não obrigatórias, pode estar vulnerável a contrair doenças;
  • Se isso ocorrer, a Garantia Veterinária NÃO COBRE doenças que são prevenidas por vacinação (veja aqui os Termos de Uso);
  • Em casos de hospedagens ou creches simultâneas, a atenção com as vacinas deve ser maior.
  • Em caso de filhotes, se estiver somente com algumas doses ou nenhuma, ele não estará totalmente protegido e corre grande risco de contrair alguma doença se tiver acesso à rua ou contato com outros cães não vacinados.

Tenha em mente que a PREVENÇÃO é sempre mais fácil e mais rápida do que lidar com uma eventual doença. Vacina é sinônimo de proteção para todos. Por isso, mantenha os seus pets com as vacinas em dia e pense bastante antes de aceitar um pet não vacinado.

Lembre-se: caso você possua pets, é de sua responsabilidade manter a vacinação deles em dia para evitarmos o contágio dos hóspedes e mantermos todos os pets protegidos.

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Cadela no cio: como identificar se ela está nessa fase e orientações para realizar um serviço seguro https://herois.doghero.com.br/cadela-no-cio-como-identificar-se-ela-esta-nessa-fase-e-orientacoes-para-realizar-um-servico-seguro/ https://herois.doghero.com.br/cadela-no-cio-como-identificar-se-ela-esta-nessa-fase-e-orientacoes-para-realizar-um-servico-seguro/#respond Wed, 22 Mar 2023 03:00:09 +0000 https://machinetech.com.br/escoladeherois/?p=22170 Saiba mais como funciona o ciclo estral (cio) de cadelas e dicas de serviço. Quando você decide aceitar um serviço com uma cadela no cio, podem surgir algumas dúvidas e incertezas, seja pelas mudanças de comportamento, pelo sangramento que acontece nesta fase ou pelo risco de uma gestação indesejada.  Para conseguir responder essas dúvidas, precisamos […]

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Saiba mais como funciona o ciclo estral (cio) de cadelas e dicas de serviço.

Quando você decide aceitar um serviço com uma cadela no cio, podem surgir algumas dúvidas e incertezas, seja pelas mudanças de comportamento, pelo sangramento que acontece nesta fase ou pelo risco de uma gestação indesejada. 

Para conseguir responder essas dúvidas, precisamos entender melhor como identificar o cio e as fases do ciclo da fêmea. Nesse post, você irá compreender o ciclo estral da cadela e saber quais os principais acontecimentos em cada fase deste período. 

Além disso, para a prevenção de gestação indesejada, temos algumas orientações sobre o que fazer quando você for receber uma cadela não castrada que está no cio e há mais cachorros não castrados na sua casa. Além de dicas sobre quando devo ou não aceitar um serviço com uma fêmea no cio, pensando sempre no bem-estar e segurança da pet. 

Como saber quando uma fêmea está no cio?

Antes de conseguir identificar quando uma cadela está no período fértil,  precisamos entender o ciclo estral das fêmeas. Ele é formado por quatro fases e tem duração, em média, de 6 meses. Isso significa que, normalmente, a cadela entra no cio duas vezes por ano. Como cada fêmea tem um ciclo único, precisamos entender as principais características de cada fase para poder identificá-las da melhor forma possível. 

O ciclo estral é formado por quatro fases: proestro, estro, diestro e anestro. No entanto, cada período tem uma duração média que pode variar de cadela para cadela.

É importante dizer que nem todas as fêmeas sangram quando estão no cio, mas a vulva sempre incha neste período. É legal entender também que o auge da fase fértil das cadelas acontece quando o sangramento está diminuindo ou já acabou, por isso, sempre converse com os tutores das pets para saber em qual fase do ciclo a cadela se encontra. 

Para saber mais sobre o assunto, acesse os conteúdos nos blogs Love DogHero e Petlove

Vou realizar um serviço com uma fêmea no cio, o que eu faço?

Acabei de receber uma solicitação de serviço de uma cadela que estará no cio durante a reserva, mas meu cachorro não é castrado, o que devo fazer? A fêmea que está comigo há alguns dias apresentou características de que estava no cio, devo interromper o serviço? 

Sabemos que essas são perguntas que surgem na vida dos nossos heróis e heroínas, por isso preparamos algumas orientações e dicas para estas situações. 

Lembrando que, antes de tudo, é importante tirar todas as dúvidas durante a troca de mensagens pelo chat e realizar o pré-encontro. Esse é um momento  para conhecer o pet e o tutor, além do comportamento dele. É também uma oportunidade para conversar com o tutor sobre outros pontos importantes, como a rotina de passeios e alimentação. 

Se neste momento o tutor avisar que a pet está sangrando e que provavelmente estará no cio durante a hospedagem, é necessário fazer uma avaliação se você possui a segurança e preparo para hospedar a pet. 

Chegou um pedido de reserva e o tutor informou que a cadela está no cio, devo aceitar a reserva?

Preparamos algumas dicas práticas para te auxiliar a lidar com um serviço com uma pet no cio.

ANTES DO SERVIÇO
  • Se você decidir assumir o risco e aceitar o serviço com a pet no cio ao mesmo tempo em que há outros machos não castrados na sua casa (lembrando que orientamos fortemente que não aceite a reserva), é preciso pensar primeiro na saúde e segurança da pet. 
  • É importante sempre manter uma comunicação próxima com o tutor da pet, já que vocês dois são o time perfeito para o bem-estar dela durante o serviço de hospedagem. Ao saber que a pet está no cio, pergunte ao tutor se a pet já entrou neste período antes. Caso ele responda que sim, questione quando foi a última vez, como foi, quais comportamentos a pet teve. Isso é importante já que algumas cachorras mudam de comportamento durante o cio e , às vezes, é preciso adaptar a casa para ela.
  • Você deve informar ao tutor que haverá machos não castrados no mesmo período em que a pet ficará com você. O tutor precisa ter ciência disso e avaliar, juntamente com você, se preferem realizar o serviço mesmo assim.
  • Se você aceitar o serviço e durante o andamento dele, chegar uma solicitação para um serviço de um macho não castrado, recomendamos fortemente que não aceite para evitarmos problemas.
DURANTE O SERVIÇO
  • Caso já esteja com o serviço em andamento e perceba que a  pet está entrando no cio, mesmo que o tutor não tenha te falado nada, avise-o imediatamente. Entenda com ele o que é melhor fazer neste momento. A dica aqui é conversar com o tutor e chegar a uma melhor solução para todos: anfitrião, tutor e pet. 
  • Deixe a cadela separada durante todo o serviço – se possível, em lugares em que não há nenhuma interação entre machos e fêmeas, pois, mesmo com grades de proteção, pode acontecer o cruzamento. 
  • Supervisione a pet o tempo todo.
  • Não utilize calcinhas e fraldas na pet com o intuito de prevenir o cruzamento. Essa não é uma medida eficaz e não impede o cruzamento.

Vale reforçar que mesmo que você só aceite machos castrados para hospedagem/creche, o fato de ter uma fêmea no cio no mesmo ambiente pode causar problemas sérios como tentativa de cruzamento, acarretando possíveis infecções na pet, ou até mesmo briga entre os pets.

Realizar um serviço e lidar com uma pet no cio exige muita paciência, proteção e carinho. Mas, com uma boa comunicação com o tutor e cuidados especiais, é sempre possível contornar a situação e realizar um serviço de excelência. 

Se você precisar de ajuda, é só entrar em contato com a gente em nossos canais de atendimento, ok?

O post Cadela no cio: como identificar se ela está nessa fase e orientações para realizar um serviço seguro apareceu primeiro em Escola de Heróis BR.

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