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Ele come cocô porque está doente? Quais os riscos para a saúde? O que faço se ele comer cocô de outros cachorros? Tire as suas dúvidas!

Sabia que alguns cachorros comem cocô? Parece bastante nojento, não é mesmo? Mas saiba que para eles (e para os lobos) esse hábito não é tão bizarro assim. Os dois predadores, que compartilham a mesma origem ancestral, são bastante atraídos por carniças. Por isso, é comum ver um cachorro mexendo no lixo atrás de comida ou querendo brincar com um bicho morto.

Mas são muitos os fatores que levam um cão a comer cocô. Embora a maior parte dos casos tenha um fundo comportamental, como o tédio, existem diversos problemas médicos que podem causar ou contribuir para a coprofagia – como é chamado o ato de comer cocô.

Problemas de digestão

A má absorção dos nutrientes faz com que grande parte do alimento passe pelo trato digestivo sem ser absorvida e saia pelas fezes. Há casos ainda de dietas pobres em nutrientes e/ou calorias, desnutrição e até fome persistente.

A presença de vermes no intestino também pode fazer com que o cachorro coma cocô para recuperar aqueles nutrientes que foram ingeridos por esses parasitas. Em geral, nessas situações, o cachorro come cocô porque está à procura de:

  • Fibras;
  • Nutrientes que foram perdidos por má absorção ou por dieta de baixa qualidade;
  • Calorias (quando acontece de o cachorro ter a necessidade de ingerir mais calorias do que consome);
  • Bactérias intestinais que fazem bem à saúde do animal.

A coprofagia pode estar ainda relacionada com algumas doenças, tais como diabetes, problemas de tireoide, gastrite, além de outras condições que podem levar ao aumento do apetite.

Gatos

Alguns cães adoram comer cocô de gato. Isso acontece porque a ração dos felinos, geralmente, é mais saborosa e mais proteica. O resultado são fezes mais apetitosas.

Para evitar esse hábito, limpe com frequência a caixa de areia dos gatos e invista em uma alimentação de qualidade para o seu cão.

Comportamento

A maioria dos cachorros que comem cocô, entretanto, apresentam algum probleminha de comportamento ou estão estressados. Em geral, eles fazem isso para chamar sua atenção ou porque estão entediados.

Os desvios comportamentais mais comuns são:

  • Isolamento: cães que ficam sozinhos por muito tempo são mais suscetíveis ao hábito;
  • Confinamento: ficar muito tempo trancado em um espaço pequeno pode levar ao problema. É muito comum observar esse comportamento em cães que foram resgatados de abrigos; 
  • Ansiedade: NUNCA esfregue o nariz do seu cão, ou do hóspede, no cocô ou perto dele para ensiná-lo a fazer sua sujeirinha no local correto. Porque esse método não é eficaz. Na cabeça do cão significa que ele precisa sumir com o cocô que acabou de fazer (no caso, comendo) — do contrário vai levar bronca; 
  • Tédio: cães que se exercitam (física e mentalmente) menos do que deveriam tendem a ficar entediados e podem começar a comer fezes;
  • Chamar atenção: sempre que comem cocô eles conseguem algum tipo de atenção , mesmo que negativa. Quando ele fizer isso, procure não exagerar na reação; 
  • Associação inapropriada: alguns cães que se alimentam perto do local onde fazem cocô podem associar as fezes com comida, já que os cheiros ficam todos ali misturados.

O que fazer?

Agora que você já sabe quais as causas da coprofagia, o que fazer caso você veja que algum dos seus hóspedes está comendo cocô? Em primeiro lugar, pergunte ao tutor do cachorro se ele tem esse hábito e se ele já viu o cachorro fazer isso. Se ele disser que sim, o cãozinho costuma comer cocô, pode ficar mais tranquilo – pelo menos o tutor já sabe e provavelmente já investigou o porquê.

Mas se ele disser que não, pode ser que o cachorro esteja fazendo isso pelo estresse da hospedagem (convivência com outros cães, uma casa que não é a dele, ausência dos tutores, etc.) ou no início de alguma das doenças citadas acima, e é importante comunicar ao cliente esse comportamento.

Em qualquer situação, o cliente deve procurar ajuda, seja de um adestrador ou de um veterinário. Se o problema é causado por  estresse, o adestrador é a melhor opção para que eles, juntos, consigam identificar e modificar o que está acontecendo de forma incorreta – e, se possível, aumentar a quantidade de atividade física diária do pet.

Se o problema tem origem em alguma doença, o melhor a fazer é o cliente conversar e explicar tudo a um veterinário. Existem alguns produtos que podem ajudar, como os suplementos de probióticos, prebióticos, fibras, vitaminas e de enzimas digestivas. É fundamental, no entanto, que o pet seja avaliado e faça alguns exames.

Mas comer cocô faz mal?

A coprofagia não é um hábito agradável para nós, mas também não deve ser motivo para desespero. Cachorros comem cocô e, por si só, comer cocô não é prejudicial. Mas é possível que alguns microrganismos, como vírus, bactérias e parasitas, sejam ingeridos quando o animal come os dejetos. E, dessa forma, o cachorro pode estar se reinfectando ou até adquirindo uma nova doença.

Mas, se o cão está livre de doenças infecciosas, é acompanhado por um veterinário e faz controle parasitológico de fezes com frequência, os riscos de recontaminação são mínimos. No caso de fezes alheias, se o cachorro que produziu as fezes é saudável e não possui parasitas e/ou outras doenças, também não oferece risco.

De qualquer forma, você deve evitar que os cães comam cocô durante a hospedagem. Você não sabe ao certo qual é a razão, se o cachorro está ou não contaminado com alguma coisa e se o pet que fez o cocô está com a saúde realmente 100%.

Por isso, lembre-se de sempre confirmar se os hóspedes estão vermifugados, qual o histórico de saúde deles e supervisioná-los atentamente.

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O pet não quer comer, e agora? https://herois.doghero.com.br/o-pet-nao-quer-comer-e-agora/ https://herois.doghero.com.br/o-pet-nao-quer-comer-e-agora/#respond Wed, 22 Mar 2023 03:00:52 +0000 https://machinetech.com.br/escoladeherois/?p=22000 Saiba como identificar quando isso é um problema e o que fazer nestes casos! Por quais motivos o pet pode não querer comer? Existem alguns fatores que podem fazer o pet perder a fome ou simplesmente optar por não comer. Clima: Se estiver muito quente, alguns pets podem perder o apetite, optando por se alimentar […]

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Saiba como identificar quando isso é um problema e o que fazer nestes casos!

Por quais motivos o pet pode não querer comer?

Existem alguns fatores que podem fazer o pet perder a fome ou simplesmente optar por não comer.

  • Clima: Se estiver muito quente, alguns pets podem perder o apetite, optando por se alimentar em horários noturnos quando a temperatura estiver mais amena.
  • Mudança de rotina: estar em um novo ambiente pode estressá-lo, ainda mais por não estar na companhia de seus tutores, fazendo com que parem de se alimentar por estranhar as mudanças.
  • Horário da alimentação: quando o pet está acostumado a comer em determinado horário e a comida lhe é oferecida em outro, ele pode não querer consumi-la por não estar habituado ao novo horário.
  • Local da alimentação: alguns pets precisam de ambientes calmos e silenciosos para se alimentarem, sem nenhum tipo de intervenção ou distração.
  • Quantidade de pets: Algumas vezes podem acontecer “competições” entre os pets ou atitudes dominantes. Pets mais competitivos ou com instinto de liderança podem inibir os demais e, algumas vezes, até impedir que eles comam sua própria ração.

O que NÃO devo fazer?

Nestes casos, você não deve oferecer petiscos entre as refeições, misturá-los na alimentação, e nem dar ao pet algo que não tenha sido indicado pelo tutor (rações molhadas, frutas, legumes  ou alimentação caseira). Ele pode não ser acostumado a consumir esses alimentos e, em situações como essa, dar algo diferente para ele pode incentivá-lo a não querer comer a ração habitual para conseguir outros tipos de comida. O pet poderá, inclusive, passar mal por estar comendo algo que não está acostumado.

É importante, também, não forçar o pet a se alimentar. Isso pode fazer com que ele se zangue e tenha atitudes agressivas.

Não deixe ração “velha” nos potes. Se o pet não a consumir, retire e, no próximo horário de refeição, coloque uma nova porção de ração para ele. Além disso, não é indicado deixar o alimento no pote se houver outros pets junto pois eles podem acabar ingerindo o alimento do outro animal e passar mal com isso.

O que fazer quando o pet não quiser comer?

Em primeiro lugar, você deve observar o pet e seu comportamento. Se ele não se alimentou em alguma refeição, mas está brincando e agindo normalmente, pode ser que ele realmente não esteja com fome, ou que naquele momento ele esteja muito eufórico querendo interagir e reconhecer o novo ambiente.

Não se desespere! Se for um pet acostumado a comer mais de uma vez ao dia, espere até o horário da próxima refeição para verificar se ele realmente não irá comer. Se ele for acostumado a ter a comida sempre à disposição, verifique quanto tempo ele passará sem comer e só encare isso como algo preocupante se ele passar o dia todo sem se alimentar. Observe, também, se o pet está bebendo água. Caso sim, esse é um sinal de que ele está se mantendo hidratado.

Se você tiver seu próprio pet  hospedando mais de um animal, é importante separá-los na hora da alimentação, manter a supervisão e proporcionar a todos um ambiente calmo e silencioso. Isso evitará que eles briguem pela comida, que comam o que não devem e atitudes dominantes entre eles.

 É importante, também, tentar fazer com que o pet se alimente. Para isso, seja paciente e os seguintes passos, na ordem em que estão:

  1. Oferecer a comida em momentos tranquilos, sem pressa, nos horários mais frescos do dia, longe de outros pets;
  2. Alguns animais, ao contrário, são estimulados vendo outros comerem. Nesse caso, deixe o hóspede comer na companhia de outro cãozinho, mas fique atento! Alimentação coletiva pode gerar brigas e você tem que estar sempre presente nesses momentos para evitar qualquer tipo de transtorno;
  3. Ofereça a refeição fazendo carinho e conversando com o pet.Coloque a comida na sua mão e tente estimulá-lo a sentir o gosto e o cheiro do alimento;
  4. Alguns animais são tímidos e precisam ficar um tempo sozinhos pra comer. Dê esse espaço a ele para que ele fique alguns minutos sozinho para conseguir se alimentar;
  5. Você pode umedecer a comida com água morna antes de oferecer ao hóspede, pois isso a deixará mais macia e cheirosa;
  6. Caso o tutor autorize e/ou oriente, você pode fornecer uma comida caseira feita com arroz, cenoura e um pouco de carne ou peito de frango cozidos e desfiados (sem tempero e sem sal). Se o pet aceitar bem, tente introduzir aos poucos a ração dele junto dessa comidinha caseira, e em cada refeição vá diminuindo a comida e aumentando a quantidade de ração até voltar à alimentação habitual.

Não esqueça de sempre informar e pedir a autorização de todas alterações de dieta ao tutor, você deve consultá-lo previamente. É importante saber se o pet possui algum tipo de restrição alimentar ou alergia a algum componente de rações.

Em quais situações devo me preocupar?

O pet não querer comer é realmente preocupante, mas é importante que você saiba identificar quando isso pode ser um sinal de alerta:

  • Quando, além de não comer, ele estiver apático, com diarreia ou vômito, febre, ou apresentando algum outro sintoma;
  • Quando ele não se alimentou em nenhum dos horários indicados pelo tutor e está um dia inteiro sem comer;
  • Se ele estava comendo normalmente e, de uma dia para o outro, parou de se alimentar.

Nestas situações você deve comunicar o tutor, até mesmo para verificar com ele se o pet em algum momento já apresentou esse tipo de comportamento. Se achar necessário, com o consentimento do tutor, leve o pet até o veterinário. Afinal, o pet não se alimentar pode ser um sinal de que há algo errado acontecendo.

Em alguns casos os pets podem ter um pouco mais de dificuldade para comer e/ou falta de apetite, como cães idosos, cães que estão em tratamento veterinário, recebendo medicações ou que possuam condições pré existentes como gastrite, refluxo ou desequilíbrio hormonal.

Por isso é super importante sempre fazer o pré encontro. Além de conhecer melhor o seu futuro hóspede, incluindo sua rotina de alimentação, você também terá informações dele que te ajudarão a entendê-lo e a identificar se ele realmente está com algum problema, ou se só não está se alimentando por ainda estar em processo de adaptação! Sempre questione ao tutor sobre o histórico de saúde do pet.

Para tirar outras dúvidas sobre saúde, acesse o Guia de Saúde!

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Cachorro pode comer banana? https://herois.doghero.com.br/cachorro-pode-comer-banana/ https://herois.doghero.com.br/cachorro-pode-comer-banana/#respond Wed, 22 Mar 2023 03:00:06 +0000 https://machinetech.com.br/escoladeherois/?p=22080 Às vezes (ou todas as vezes), você está comendo banana e lá vem o seu cachorro ou o hóspede com o rabinho abanando. É nessa hora que você se questiona: cachorro pode comer banana? Existem diversos alimentos que cães podem comer e há outros que devem passar longe deles. Por isso, é importante sempre se […]

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Às vezes (ou todas as vezes), você está comendo banana e lá vem o seu cachorro ou o hóspede com o rabinho abanando. É nessa hora que você se questiona: cachorro pode comer banana?

Existem diversos alimentos que cães podem comer e há outros que devem passar longe deles. Por isso, é importante sempre se perguntar antes de compartilhar a sua comida com o pet. Informação é sempre o melhor caminho e, caso tenha alguma dúvida, consulte um veterinário ou o tutor do hóspede.

Cachorro pode comer banana?

Sim, cachorro pode comer banana. As frutas podem ser oferecidas aos cães, mas é preciso ter atenção. Elas possuem fibras, antioxidantes e uma série de benefícios que colaboram com a dieta do animal, mas também são fonte de carboidrato que, ao ser metabolizado, se transforma em glicose (açúcar).

No caso da banana, ela é uma ótima fonte de potássio, fundamental para o bom funcionamento dos músculos. As fibras ajudam no trato gastrointestinal. O magnésio ajuda na absorção das vitaminas, na produção de proteínas e promove o crescimento e fortalecimento ósseo.

Mas, embora a fruta faça um bem danado, é importante tomar cuidado com exageros por conta do alto teor de açúcar, o que pode causar obesidade canina. O cachorro pode comer banana, mas o alimento não deve fazer parte da alimentação regular do pet. O ideal é ofertá-la como um petisco ou um agrado após ele acertar um novo comando como fazer xixi e cocô no lugar certo, por exemplo. Portanto, use com moderação!

Quais são os riscos do cachorro comer banana?

Antes de oferecer qualquer fruta ao cachorro, é imprescindível checar se ele sofre de alguma doença. Lembre-se de verificar essas e outras informações com o tutor antes do início da hospedagem. Os mesmos benefícios que a banana, por exemplo, oferece à saúde, podem prejudicar um animal com o organismo afetado por algum problema. Dessa forma, antes de oferecer qualquer tipo de fruta ao pet, peça a autorização do tutor previamente. 

 Por que incluir frutas na alimentação do cachorro?

As frutas são bem-vindas na alimentação do pet e ele vai adorar! Frescas e saudáveis, elas podem complementar a dieta do cachorro, trazendo um sabor especial ao dia a dia. Mas lembre-se de usar em ocasiões pontuais e não exagerar.

Além de saborosas, é importante dizer que frutas são riquíssimas em nutrientes e antioxidantes, que fazem bem aos cães. Isso eleva a qualidade da nutrição canina de forma natural. Por consequência, aumenta a imunidade e protege o seu amigo de quatro patas contra várias doenças.

Entretanto, é importante tomar cuidado com a quantidade e qual alimento é ofertado, pois, infelizmente, nem todas as frutas fazem bem à saúde do animal. O seu veterinário pode dizer se o cachorro pode comer banana, ajudar a introduzir esses alimentos e administrá-los de acordo com o tamanho, raça e estilo de vida do seu pet.

Para os hóspedes, o tutor deve recomendar que o cachorro coma ou, pelo menos, autorizar que você ofereça. O dono do cachorro o conhece melhor do que ninguém. Por isso, conseguirá dizer se está tudo bem o cãozinho comer, ou não, banana.

Outras frutas que o cachorro pode comer

Cachorro pode comer banana e outras frutas como morango, pêra, laranja, manga e maçã. Mas, sempre tenha o cuidado de tirar a casca, as sementes e o caule e cortá-las em pequenos pedacinhos antes de ofertar ao cão. Dessa forma, esses frutos se tornam petiscos saudáveis e deliciosos. E lembre-se: com moderação! Nada em excesso faz bem.

Frutas que o cachorro não pode comer

É preciso deixar bem claro que o fato de o cachorro poder comer banana não significa que ele possa comer qualquer fruta. Uma série de alimentos humanos é indigesta e até tóxica. Por isso, o ideal é procurar um veterinário para garantir que ele pode comer as frutas que você deseja dar e quais são as mais indicadas.

É melhor evitar algumas como abacate, cereja, uva e tomate (além de sempre lembrar de tirar as sementes). O consumo dessas frutas pode causar danos ao organismo do cachorro e não deve ser feito ser o acompanhamento de um profissional. Logo, escolha criteriosamente todos os alimentos que vai oferecer ao seu cachorro (e para os hóspedes também, sempre com a autorização do tutor).

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Petiscos naturais: o que faz bem e o que é proibido? https://herois.doghero.com.br/petiscos-naturais-o-que-faz-bem-e-o-que-e-proibido/ https://herois.doghero.com.br/petiscos-naturais-o-que-faz-bem-e-o-que-e-proibido/#respond Tue, 21 Mar 2023 03:00:18 +0000 https://machinetech.com.br/escoladeherois/?p=21958 Todos os petiscos podem ser oferecidos ao hóspede? Existe algum petisco proibido para animais? É possível fazer petiscos saudáveis em casa? Confira! Petiscos são grandes aliados dos Heróis. Eles são recompensas que ajudam a distrair o animal ou recompensá-lo quando se comportar bem. Mas é necessário ter cuidado com o snack escolhido: alguns podem não […]

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Todos os petiscos podem ser oferecidos ao hóspede? Existe algum petisco proibido para animais? É possível fazer petiscos saudáveis em casa? Confira!

Petiscos são grandes aliados dos Heróis. Eles são recompensas que ajudam a distrair o animal ou recompensá-lo quando se comportar bem. Mas é necessário ter cuidado com o snack escolhido: alguns podem não fazer bem ao hóspede. Assim como os humanos, os pets são diferentes um do outro e têm necessidades individuais.

Alguns petiscos naturais para cães não apresentam riscos e, se usados sem exagero, ajudam na sua saúde. Se você não quer economizar nos agrados, confira essa lista de snacks naturais – e saudáveis! – para o pet:

Frutas, legumes e sementes

Há uma grande variedade de frutas, legumes e sementes que podem ser dadas aos cães.

Ótimas opções

  • Batata doce (sempre cozida)
  • Maçã
  • Pera
  • Banana
  • Tomate
  • Couve-flor(sempre cozida)
  • Manga (sem o caroço)
  • Melancia

Atenção: sempre retire cascas e todas as sementes, pois muitas são tóxicas e podem fazer com que o pet se engasgue. Lembre-se também de que nada pode ser dado em excesso: ofereça pequenas quantidades e de preferência apenas uma vez ao dia. Certifique-se de que o alimento está bem higienizado. 

Proibidos

  • Carambola
  • Cebola
  • Pimenta
  • Uva
  • Abacate
  • Chocolate
  • Macadâmia

Petiscos prontos

Outra opção é procurar por petiscos naturais vendidos em petshops. Hoje em dia existem diversas marcas que produzem “ossinhos” feitos apenas de partes animais desidratadas ou ossos mesmo, materiais que não fazem mal ao pet.

Esses ossinhos naturais são seguros e substituem os ossos brancos de couro bovino (que soltam pedaços e têm alvejantes químicos perigosos). 

O hóspede pode comer petiscos?

Antes de oferecer qualquer petisco para o hóspede, peça autorização ao tutor. O cachorro pode não gostar de petiscos, ter intolerância a algum dos ingredientes utilizados ou a alguma fruta em específico. Caso os petiscos façam parte da rotina do animal, você pode pedir que o tutor deixe-os com você junto aos demais pertences do hóspede e sempre pergunte a quantidade que deve ser oferecida.

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